Casal preso com canetas emagrecedoras contrabandeadas em Pindamonhangaba é solto pela Justiça

  • 11/02/2026
(Foto: Reprodução)
Casal é preso por venda ilegal de canetas emagrecedoras O casal preso suspeito de vender canetas emagrecedoras contrabandeadas em Pindamonhangaba foi solto após audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (11). A Justiça concedeu liberdade provisória a Camilla Cordeiro Santos da Silva e Geverson Ferreira da Silva, de 32 e 36 anos. A decisão prevê o pagamento de fiança no valor de R$ 10 mil para cada um dos investigados, além do cumprimento de medidas cautelares. Entre elas estão o comparecimento a cada dois meses em cartório para justificar atividades e a proibição de mudança de endereço sem autorização judicial. O casal havia sido preso em flagrante após investigação da Polícia Civil, iniciada a partir de denúncia anônima encaminhada pela Polícia Federal. Segundo o boletim de ocorrência, os suspeitos compravam o medicamento em Foz do Iguaçu, no Paraná, e revendiam pela internet. Na residência do casal, os policiais encontraram 14 caixas do medicamento Tirzec 15 / Tirzepatida, armazenadas na geladeira. Em depoimento preliminar, a mulher afirmou que realizava a venda do medicamento por meio das redes sociais e alegou acreditar que o produto era legalizado. De acordo com a polícia, ela foi presa no imóvel, onde os medicamentos foram apreendidos. Na sequência, o companheiro compareceu à delegacia e também foi detido. A suspeita é de que ele era responsável por adquirir os produtos em Foz do Iguaçu (PR), para que fossem revendidos sem prescrição médica ou autorização sanitária. Canetas emagrecedoras contrabandeadas apreendidas em Pindamonhangaba. Polícia Civil Prática ilegal De acordo com o delegado Rubens Garcia Neto, a própria investigada afirmou saber que a prática era ilegal e apontou o companheiro como cúmplice. “Segundo ela, a participação dele era ir até Foz do Iguaçu, no Paraná, comprar o medicamento, que vinha do Paraguai, trazer até Pindamonhangaba, e ela realizava a comercialização por meio das redes sociais”, afirmou o delegado. Ele destacou ainda que, independentemente de o produto ser original ou falso, a venda é proibida. “A comercialização só é permitida com receita médica e acompanhamento profissional. Se for falso, a situação se agrava, pois pode ser prejudicial à saúde”, disse em entrevista à TV Vanguarda. Os medicamentos foram encaminhados para perícia, que deve apontar a procedência dos produtos. O casal deve responder por contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Segundo a Polícia Civil, a pena varia de 10 a 15 anos de prisão. O g1 tenta localizar a defesa dos investigados. A reportagem será atualizada caso os advogados se manifestem. Casal foi preso suspeito de vender canetas emagrecedoras contrabandeadas, em Pindamonhangaba Divulgação/Polícia Civil Alerta Uma médica endocrinologista alertou para os riscos do uso desse tipo de substância sem acompanhamento profissional. “Essas canetas são usadas para o tratamento de doenças, como obesidade ou diabetes. Quando você utiliza uma caneta que não tem registro no principal órgão do país, que é a Anvisa, a gente não sabe o que tem ali dentro. Ela pode conter substâncias que não estão apresentadas na bula. Se é que tem bula... Então, os riscos são imprevisíveis.”, disse a médica Camila Pagano Guedes.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2026/02/11/casal-preso-com-canetas-emagrecedoras-contrabandeadas-em-pindamonhangaba-e-solto-pela-justica.ghtml


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