Corretora é investigada por morar em apartamento que tentava vender em Balneário Camboriú
30/07/2026
(Foto: Reprodução) Corretora é investigada por morar um mês em apartamento que tentava vender
Guarda Municipal/Divulgação
Uma corretora de imóveis é investigada pela Polícia Civil por morar durante um mês em um apartamento que estava tentando vender em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. O caso foi descoberto após a mulher de 47 anos ser levada à delegacia pela Guarda Municipal.
O flagrante aconteceu na noite de terça-feira (28) após a prima da proprietária denunciar o caso. Durante o verificação pelos agentes, a suspeita teria se aproximado do imóvel, mas, segundo os guardas, ao ver o carro da corporação, ficou atrás do veículo e tentou disfarçar. Entretanto, foi abordada.
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Na delegacia, a mulher prestou esclarecimentos, teve o celular apreendido e assinou um termo circunstanciado por violação de domicílio (entenda o documento abaixo). A dona do imóvel, que mora em Brasília, será ouvida no decorrer da investigação.
🔎 O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), procedimento feito neste caso, é o registro de uma infração penal de menor potencial ofensivo — ou seja, todas as contravenções penais e crimes com pena máxima de até dois anos. Os TCOs são encaminhados para o Juizado Especial Criminal.
Balneário Camboriú é a cidade com o segundo metro quadrado mais caro do país para venda de novos imóveis. Com 138.701 habitantes, o município é polo turístico da região e tem alguns dos maiores arranha-céus do país.
Prima de dona denunciou caso
Segundo a Guarda Municipal, a prima da dona denunciou o caso. Aos agentes, a familiar disse que o imóvel foi colocado à venda há algum tempo e era para o apartamento estar vazio. Porém, recebeu informações de vizinhos de que uma pessoa estaria vivendo no local.
Após informações, os agentes municipais descobriram que a suspeita é corretora e ex-funcionária de uma imobiliária, teria pegado as chaves do apartamento e passado a morar no local, dizendo à proprietária que ainda tentava vender o imóvel.
A Guarda, então, entrou em contato com a dona, que informou não saber que a corretora havia saído da empresa de venda de imóveis. Diante disso, a suspeita foi detida pelos crimes de furto, esbulho possessório (quando o dono perde a posse do imóvel de forma ilegal), estelionato e invasão de propriedade.
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