Eleições 2026: são 2 votos para o Senado? Conheça os 16 candidatos do RJ e suas propostas
27/09/2026
(Foto: Reprodução) Candidatos ao Senado pelo RJ nas eleições de 2026
Reprodução
O eleitor terá dois votos para o Senado nas eleições de 4 de outubro. Isso acontece porque, neste ano, serão renovados dois terços do Senado Federal. No Rio de Janeiro, 16 candidatos disputam as duas vagas, e os dois mais votados serão eleitos para mandatos de oito anos.
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O Rio tem cerca de 12,8 milhões de eleitores. Os dois votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. Na urna, cada eleitor encontrará apenas candidatos que disputam a vaga pelo próprio estado.
A disputa também marca uma mudança na composição da bancada fluminense. Atualmente, o Rio é representado por Romário (PL), Carlos Portinho (PL) e Flávio Bolsonaro (PL). Os mandatos de Portinho e Flávio terminam em janeiro de 2027. Portinho busca a reeleição, enquanto Flávio concorre à Presidência da República.
O que faz um senador?
O que faz um senador?
A Câmara dos Deputados representa a população, enquanto o Senado representa os estados. Por isso, cada estado brasileiro tem três senadores, independentemente do tamanho de sua população.
Senadores e deputados federais participam da elaboração das leis e da fiscalização do governo. Há, porém, atribuições que são exclusivas do Senado.
Cabe aos senadores, por exemplo, aprovar ou rejeitar indicações para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), tribunais superiores, embaixadas, Procuradoria-Geral da República e presidência do Banco Central.
Também é responsabilidade exclusiva do Senado estabelecer limites para as dívidas da União e dos estados, além de julgar determinadas autoridades dos Poderes Executivo e Judiciário.
Plenário do Senado Federal
Jonas Pereira/Agência Senado
Quem são os candidatos e o que propõem
Veja o perfil e as principais propostas apresentadas por cada um dos 16 candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro.
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Datafolha para o Senado no RJ: Benedita, 19%; Carlos Jordy e Carlos Portinho, 12%; Pedro Paulo, 9%; Crivella, 7%; Monica Benicio, 6%
Benedita da Silva (PT)
Benedita da Silva (PT)
Central Globo de Comunicação
Aos 84 anos, Benedita da Silva é deputada federal e tem uma longa trajetória na política fluminense. Foi eleita vereadora do Rio em 1982 e chegou à Câmara dos Deputados quatro anos depois.
Em 1994, foi eleita senadora e se tornou a primeira mulher negra a conquistar uma vaga no Senado. Também foi vice-governadora do Rio na chapa de Anthony Garotinho e assumiu o governo estadual em 2002. No governo federal, comandou a Secretaria Especial de Assistência e Promoção Social durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desde 2011, exerce mandatos na Câmara dos Deputados. Em 2020, disputou a Prefeitura do Rio.
Entre as propostas, Benedita defende o fim da escala 6x1, com adoção da jornada 5x2. Também propõe uma reforma do Judiciário com mandato de 12 anos para ministros do STF e um código de ética e conduta.
Na segurança pública, defende a PEC da Segurança Pública, com atuação conjunta de União, estados e municípios. Também propõe uma política de cuidado voltada às mulheres.
Carlos Jordy (PL)
Carlos Jordy (PL)
Cgcom
Carlos Jordy, de 44 anos, é deputado federal e nasceu em Niterói. Iniciou a carreira política como vereador da cidade em 2016 e, dois anos depois, foi eleito para a Câmara dos Deputados, sendo reeleito em 2022.
Entre 2023 e 2024, liderou a oposição na Câmara. Em 2024, disputou a Prefeitura de Niterói e chegou ao segundo turno, quando recebeu 42,8% dos votos válidos.
Jordy propõe redução de impostos para empresas que qualificarem profissionalmente os seus trabalhadores, com uma redução maior quanto maior for o investimento em capacitação.
Na segurança, ele defende classificar integrantes de facções como terroristas e acabar com progressão de regime, liberdade condicional e saidinha para líderes de facção. Jordy também defende impeachment de ministros do STF, fim das decisões individuais e mandato fixo para integrantes da Corte.
Entre outras propostas, promete utilizar emendas para comprar 20 carretas de exames para o interior, além de defender a proibição das bets e a redução da maioridade penal.
Carlos Portinho (PL)
Carlos Portinho (PL)
Central Globo de Comunicação
Carlos Portinho, de 53 anos, é senador pelo Rio e busca a reeleição. Advogado, já foi secretário municipal de Habitação do Rio e secretário estadual do Ambiente.
Em 2014, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados e ficou como suplente. Em 2018, foi eleito primeiro suplente do senador Arolde de Oliveira e assumiu o mandato no Senado após a morte de Arolde, em 2020. Entre 2022 e 2023, foi líder do governo Jair Bolsonaro no Senado.
Portinho defende anistia aos presos do 8 de janeiro e a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF.
Ele é autor da PEC 45, que propõe mudar o processo de indicação ao Supremo: os nomes seriam escolhidos pelo próprio Judiciário e o presidente encaminharia três nomes ao Senado.
Na economia, propõe aumentar o limite do MEI e desonerar a folha de empresas que contratam. Na segurança, defende classificar como narcoterroristas autores de ataques como incêndios de ônibus, acabar com a progressão de pena para líderes de facção e reduzir a maioridade penal para crimes contra a vida.
Helio Secco (Missão)
Helio Secco, candidato do Missão ao Senado pelo RJ
Reprodução
Helio Secco, de 37 anos, é biólogo, professor e empreendedor. Nascido em Petrópolis, tem doutorado em Ciências Ambientais e especialização em Gestão Pública. Também trabalha como consultor ambiental.
Em 2022, participou da disputa pelo governo do estado como candidato a vice na chapa de Paulo Ganime.
Segundo o site de campanha, seu plano legislativo para o período de 2027 a 2034 tem como eixos combate à corrupção, segurança pública, liberdade econômica, meio ambiente e ciência.
A campanha também afirma que mais da metade das emendas de livre escolha dos primeiros quatro anos seria destinada à segurança pública no Rio. O restante seria priorizado para pesquisa científica, saneamento e recuperação de rios, lagoas e mananciais.
Luciano Mattos (PRTB)
Promotor Luciano Mattos durante coletiva sobre a operação policial no Jacarezinho
TV Globo/Reprodução
Natural de Niterói, Luciano Mattos começou a trabalhar aos 15 anos como auxiliar em um Cartório de Notas. Depois, foi aprovado em concurso para agente de procuradoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Formado em Direito, tornou-se técnico judiciário e posteriormente procurador após aprovação em concurso do MPRJ. Em 2021, foi eleito procurador-geral de Justiça do Rio, cargo que ocupou até 2023.
Na segurança pública, Mattos defende a atuação integrada de diferentes órgãos e afirma que o combate ao crime deve envolver também urbanismo, fiscalização, inteligência e coordenação.
Na segurança pública, defende o fortalecimento da investigação policial, com mais estrutura para a Polícia Civil e para os institutos de criminalística e perícia. Também propõe uma atuação integrada que envolva urbanismo, fiscalização, inteligência e coordenação, além de medidas para atingir a estrutura financeira das organizações criminosas.
Ele também defende o uso de câmeras corporais pelos policiais, afirmando que elas podem contribuir para controle e transparência, mas também proteger agentes em operações.
Sobre o STF, Mattos defende idade mínima de 60 anos para ingresso na Corte, limites às decisões individuais e novas regras para pedidos de impeachment no Senado. Também defende mais transparência na fiscalização de rodovias e em multas.
Luiz Eugênio (PCO)
Luiz Eugênio
Stephanie Rodrigues/g1
Luiz Eugênio Honorato, de 63 anos, é metalúrgico aposentado da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Natural de Vassouras, tem 40 anos de militância política, participou da fundação do PCO e atualmente preside o diretório municipal do partido.
Já foi candidato ao governo do estado, em 2018, e a prefeito, em 2020.
No portal eleitoral do PCO, defende a unificação dos trabalhadores das estatais contra privatizações, além de greves e ocupações como instrumentos de mobilização. Também propõe proibir demissões e ampliar o controle dos trabalhadores sobre empresas ameaçadas de fechamento.
Entre as propostas estão salário mínimo de R$ 7,5 mil, jornada de trabalho com no máximo 35 horas semanais, reajuste automático dos salários dos trabalhadores do estado quando o custo de vida no Rio subir 3% e direito irrestrito de greve.
Na segurança, defende a “dissolução da Polícia Militar e de todo aparato repressivo” do estado. Também propõe reforma agrária, livre acesso às universidades, reestatização da Petrobras, fim dos impostos sobre o consumo e estatização do sistema financeiro.
Marcelo Crivella (Republicanos)
Marcelo Crivella (Republicanos)
Cgcom
Marcelo Crivella, de 68 anos, é deputado federal e já foi senador, ministro e prefeito do Rio.
Engenheiro civil e bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura entre 2012 e 2014, durante o governo Dilma Rousseff.
Foi eleito prefeito do Rio em 2016 e tentou a reeleição em 2020, mas perdeu no segundo turno para Eduardo Paes. Em 2022, foi eleito deputado federal.
Para o Senado, Crivella propõe mudar a fórmula do Fundo de Participação dos Estados para aumentar os recursos destinados ao Rio.
Também defende acabar com a emenda Pix e fazer com que as emendas cheguem diretamente aos municípios e ao estado, sem passar pela Caixa.
Na segurança, propõe colocar em prática o Estatuto da Segurança Privada, com empresas de inteligência, satélites e drones atuando em conjunto com as forças de segurança.
Para o STF, defende nova sabatina de ministros a cada quatro anos. Também propõe castração química para reincidentes em crimes sexuais.
Marcos Dias (Podemos)
Marcos Dias (Podemos)
Cgcom
Marcos Dias, de 54 anos, é vereador do Rio, empresário, consultor e pastor da Assembleia de Deus.
Foi eleito para a Câmara Municipal em 2020 e reeleito em 2024. Em 2023, integrou a Prefeitura do Rio como secretário de Integração Metropolitana. Na Câmara, preside a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania e também é presidente municipal do Podemos.
Dias propõe rever renúncias fiscais e direcionar incentivos ao pequeno empreendedor.
Na segurança, defende a integração de todas as polícias para a retomada de territórios no RJ. Também propõe critérios mais rígidos para as emendas parlamentares.
Para o STF, defende mandato de oito anos e prioridade para juízes de carreira, escolhidos a partir de lista tríplice.
Na saúde, propõe qualificar hospitais já existentes e melhorar a remuneração de enfermeiros antes da construção de novas unidades.
Michelly Xavier (UP)
Michelly Xavier, candidata ao Senado pelo partido UP
Reprodução
Michelly Xavier é advogada, criada na favela Vila Operária, em Duque de Caxias, e moradora de Xerém.
Segundo o partido, ela atua na alfabetização de jovens e adultos e participa da construção do Movimento de Mulheres Olga Benário. Também atua contra a especulação imobiliária e em defesa do meio ambiente na Baixada Fluminense.
Entre suas principais bandeiras estão a emancipação das mulheres, direito à moradia, defesa do meio ambiente e combate à exploração dos trabalhadores.
Segundo o site de campanha, ela pretende levar ao Senado um projeto para enfrentar os interesses de banqueiros e grandes empresários e defende um Brasil soberano.
Monica Benicio (PSOL)
Monica Benicio (Psol)
Central Globo de Comunicação
Monica Benicio, de 40 anos, é vereadora do Rio, arquiteta urbanista e viúva da vereadora Marielle Franco.
Após o assassinato de Marielle, em 2018, passou a ter atuação de destaque em movimentos de direitos humanos e na defesa de pautas LGBTQIA+. Foi eleita para a Câmara Municipal em 2020 e reeleita em 2024.
Na educação, defende orçamento continuado para as universidades federais e auxílio para transporte e alimentação dos estudantes.
Na saúde, propõe concursos públicos e valorização dos profissionais do SUS e critica a gestão por organizações sociais.
Também defende o fim da escala 6x1 e direitos para trabalhadores de aplicativos. Na segurança, propõe colaboração entre União, estados e municípios, com uso de inteligência e tecnologia.
Ó Clemente (Democrata)
Ó Clemente, é candidato ao Senado pelo Democrata do RJ.
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Clemente Sebastião de Almeida Campos, registrado como Ó Clemente, é servidor público aposentado e candidato pelo Democrata.
Já disputou eleições para deputado federal, em 2002 e 2006, e para vereador do Rio, em 2004.
Clemente defende que os ministros do STF sejam escolhidos por votação popular, a partir de uma disputa aberta a candidatos com conhecimento jurídico comprovado e reputação limpa, em vez do atual modelo de indicação pelo presidente e aprovação pelo Senado.
Também defende mudanças no teto salarial do serviço público e o fim de brechas que permitem pagamentos acima do limite constitucional.
Para o Congresso, propõe a unificação da Câmara e do Senado em um único Congresso.
Sobre emendas parlamentares, defende o fim de emendas sem transparência e afirma que os recursos destinados ao Rio devem ser fiscalizados até o fim.
Paula Falcão (PSTU)
Paula Falcão é candidata ao Senado pelo PSTU
Divulgação
Paula Falcão, de 43 anos, é professora e dirigente estadual do PSTU. Também integra a direção do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ).
Em 2024, foi candidata a vice-prefeita do Rio na chapa de Cyro Garcia.
A candidata apoia a PEC 421/2014, que estabelece pisos orçamentários para investimentos em cultura nas três esferas de governo.
Também é contra leilões de petróleo e defende maior rigor na legislação para proteger mulheres vítimas de agressão.
Na área de proteção às mulheres, Paula Falcão defende ações de organização e mobilização coletiva nos bairros, locais de trabalho, escolas, transportes e ruas para combater a violência contra as mulheres.
Paula também defende a aplicação da Lei 15.326/2026, que inclui os professores da educação infantil entre os profissionais do magistério para fins da legislação do piso salarial nacional. Ela também é contrária às emendas parlamentares.
Pedro Paulo (PSD)
Pedro Paulo (PSD)
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Pedro Paulo é deputado federal e economista. Foi subprefeito da Barra e ocupou as secretarias municipais de Meio Ambiente, Casa Civil e Fazenda e Planejamento.
Também foi secretário-chefe da Casa Civil do Rio e é deputado federal desde 2011, com quatro mandatos consecutivos. Aliado político de Eduardo Paes, disputa uma vaga no Senado pelo PSD.
Entre as propostas, Pedro Paulo defende o fim da escala 6x1, seguro contra acidentes para motociclistas de aplicativos e que as empresas assumam o custo previdenciário desses trabalhadores.
Também afirma ter apresentado uma PEC para limitar o crescimento das emendas e aumentar a transparência, além de propor o envio de emendas às 92 cidades do estado, começando pelas mais pobres.
Na segurança, quer uma lei para que o Exército treine um contingente especial de apoio às forças estaduais. Também defende o fim da progressão de pena para chefes de facção e transferência automática para presídios federais.
Na saúde, propõe recursos do SUS carimbados para redução de filas. Também defende restrições de redes sociais para menores de 16 anos e uma bolsa para mães atípicas.
Comandante Ribeiro Afonso (Democrata)
Comandante Ribeiro Afonso (Democrata)
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Cleber Ribeiro Afonso, conhecido como Comandante Ribeiro Afonso, tem 70 anos, é oficial superior da Marinha do Brasil e possui o posto de Capitão de Mar e Guerra do Corpo de Fuzileiros Navais.
Disputa eleições desde 2004, quando tentou uma vaga de vereador do Rio pelo PTB. Ao longo da carreira política, concorreu a vereador e deputado federal por diferentes partidos. Em 2024, disputou novamente uma vaga na Câmara Municipal pelo PL.
Em 2026, inicialmente seria suplente de senador na chapa de André Monteiro. Com a mudança de Monteiro para a candidatura a vice-governador na chapa de Anthony Garotinho, Ribeiro Afonso passou a encabeçar a chapa ao Senado pelo Democrata.
Entre suas propostas está a profissionalização de militares das Forças Armadas após o período de serviço.
Também defende uma mudança no regimento interno do Congresso para que projetos de lei não dependam exclusivamente da decisão dos presidentes da Câmara e do Senado para serem colocados em votação.
Ribeiro Afonso também propõe medidas de apoio a mães atípicas, como redução da jornada de trabalho sem perda salarial, auxílio de R$ 600, acrescido de R$ 150 por dependente adicional, apoio psicológico, respiro familiar e estabilidade no emprego.
Vinícius Benevides (UP)
Vinicius Benevides, candidato ao Senado pelo UP no RJ, ao lado de Juliete Pantoja.
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Vinicius Benevides se apresenta como camelô dos trens do Rio, socialista, flamenguista, mangueirense e periférico.
É um dos dois candidatos ao Senado pelo Unidade Popular. Já disputou a eleição para vice-prefeito, em 2024, e para vereador, em 2020.
Entre as propostas, defende auditar e suspender os pagamentos da dívida pública para identificar irregularidades.
Na saúde, quer o fim dos contratos com organizações sociais e a substituição progressiva de terceirizados e temporários por servidores concursados.
Também defende a retomada do controle público da cadeia de construção naval no estado e uma Petrobras 100% estatal.
Na segurança, propõe o fim de operações policiais violentas em comunidades e sua substituição por ações de inteligência e fiscalização de armas e munições. Também defende a instalação imediata de câmeras nos uniformes dos policiais.
Na área trabalhista, apoia o fim da escala 6x1 sem redução salarial, é contra a pejotização e a terceirização de serviços públicos e defende a revogação das reformas trabalhista e previdenciária. Também propõe dobrar o salário mínimo.
Waguinho (Republicanos)
Waguinho (Republicanos)
Central Globo de Comunicação
Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, tem 54 anos e é ex-prefeito de Belford Roxo e uma das principais lideranças políticas da Baixada Fluminense.
Começou a carreira como vereador de Belford Roxo, em 2008, e chegou a presidir a Câmara Municipal. Em 2010, foi eleito deputado estadual e reeleito em 2014.
Em 2016, venceu a eleição para prefeito de Belford Roxo e foi reeleito quatro anos depois. É casado com a deputada federal e ex-ministra do Turismo Daniela Carneiro.
Na saúde, Waguinho defende uma reforma do SUS, com mais recursos para municípios menores, e o fim das organizações sociais na gestão da saúde.
Também propõe redistribuir os royalties do petróleo de acordo com o número de habitantes e reduzir impostos para atrair empresas.
Para o STF, defende mandato de oito anos e escolha entre juízes de carreira.
Na segurança, promete apresentar emendas para melhorar os salários dos policiais. Também propõe um projeto para devolver a chamada GRAM a aposentados e pensionistas.