Quem é e quais indícios levaram à prisão do prefeito de Balneário Piçarras; o 30º a ser preso desde 2020 em SC

  • 19/05/2026
(Foto: Reprodução)
Prefeito de Balneário Piçarras é preso em operação do Gaeco Tiago Baltt (MDB), prefeito de Balneário Piçarras, , foi preso nesta terça-feira (19) em meio às investigações da Operação Regalo, que investiga corrupção e fraude à licitação em obras de revitalização e urbanização da orla da cidade do Litoral Norte de Santa Catarina. A prisão aconteceu durante viagem do prefeito a Brasília. Baltt tem 45 anos e está no segundo mandato consecutivo à frente da prefeitura da cidade, de 30 mil habitantes e um dos principais destinos turísticos da região. O chefe do Executivo é o 30º prefeito a ser preso no estado desde agosto de 2020. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Foi justamente uma obra para melhorias de um ponto turístico da cidade que virou estopim das investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), coordenado pelo Ministério Público Estadual (MPSC). A operação, que prendeu outras cinco pessoas e cumpriu 37 mandados de busca e apreensão, investiga contratos de obras da Orla Norte, onde a atuação de um conluio entre agentes públicos e empresários estabeleceu pagamento de propina de 3% sobre contratos públicos vinculados. "Só no Município de Balneário Piçarras às vantagens indevidas auferidas pelos investigados com o pagamento de propina, suportadas pelos cofres públicos, alcança valores de aproximadamente R$ 485.912,08", informou o MPSC, em nota. A prefeitura informou que colabora totalmente com a investigação, mas ainda comentou especificamente sobre a prisão do prefeito Tiago Baltt. "A posição oficial é de total colaboração com a operação e com os órgãos responsáveis pela investigação. Assim que houver novas informações confirmadas, a Prefeitura se manifestará publicamente por meio dos canais oficiais", declarou, reforçando que a investigação está em sigilo. Tiago Baltt (MDB), prefeito de Balneário Piçarras Facebook/Reprodução Operação Regalo As ações da Operação Regalo ocorreram em casas, empresas e órgãos públicos de 10 cidades catarinenses e uma em Mato Grosso. Além de Balneário Piçarras, são apuradas irregularidades em contratos firmados pela prefeitura de São João Batista, na Grande Florianópolis. A Justiça determinou o bloqueio dos valores e foram cumpridas medidas de busca e apreensão contra servidores, ex-servidores e agentes políticos. Conforme a investigação, há fortes indícios de que os investigados atuavam de forma estruturada, com divisão de tarefas, envolvendo núcleo empresarial e político-administrativo, mediante pagamento de propina arcadas com o superfaturamento das obras públicas . A prefeitura de São João Batista, também em comunicado, disse que está colaborando integralmente com as autoridades e que os mandados "referem-se a processos e contratos vinculados à gestão anterior, compreendida entre os anos de 2021 e 2024". "Reforça que está colaborando integralmente com as autoridades competentes, colocando-se à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários e contribuir com o andamento das investigações", diz o comunicado. Prefeito é alvo de operação contra esquema de corrupção e lavagem de dinheiro MPSC/ Divulgação VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/05/19/quem-e-e-quais-indicios-levaram-a-prisao-do-prefeito-de-balneario-picarras.ghtml


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